sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

O NOVO DE NOVO

O NOVO DE NOVO
Depois que aquele dia terminou
O Sol se fora
E era com certa apreensão
Que povo da praça pasmado
Observava a transformação
E de mansinho a escuridão se apoderou
Era o fim de tudo que conhecíam
E toda a multidão se apavorou
Será que vamos morrer?
Será que Deus vai nos castigar?
E de joelhos e muito alto
Todos estavam a dizer
Ó Pai, pode o senhor me perdoar?
Me escolhe, porque quero viver.
Tão estranho esperar pelo fim
Queria poder fazer mais
 E se não deu, paciencia...
O criador foi sábio
Nascemos iguais
Pelados e sem experiencia.
Nos ensinam muito, mas
Só aprendemos com nossa vivencia
E a noite amanhece
E o sol
Outra vez aparece
E os olhos que estavam fechados
Se abrem e mais uma vez ...
Elevo meu pensamento em prece.
O novo de novo !
Talvez...
E partimos novamente, para a aventura de viver.
Agora humanidade, veja se cresce.
Guerreira Xue