sexta-feira, 10 de fevereiro de 2017

A IRMÃ DO VENTO

O meu pai é o tempo
A minha mãe é a terra
E eu
Sou a irmã do vento

Vento que lá longe, corre
Descendo e subindo a serra

Repicando no sino da torre
Levantando o pó da terra

O irmão vento
Que bate nas laranjeiras
Ele que tangendo nuvens

Segue rebatendo nas águas
Arrodeando as cordilheiras

E passando pelas frestas
Ele abre e fecha todas as portas

Das janelas tão modestas
Levando consigo as casotas

Áh! O mesmo vento
Que esburaca o chão
E faz nascer as sementes

Brotando o trigo para o pão
Para com isso alimentar as gentes

O meu pai é tempo
A minha mãe é a terra
E eu
Sou a irmã do vento

Ele que vem de longe
Passa por nós, bem perto

Vento que rodeia pelas cidades
Mas nasce nas areias do deserto.

Guerreira Xue







quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

ANDA

Anda
Levante agora deste chão
Olhe para mim
E pegue na minha mão

Não espere pelo não virá

Porque vida é assim
Não procures absolvição

Só precisas se perdoar

Anda
Levanta-te
Segue adiante
Porque errar faz parte
 E viver
As vezes é angustiante

Mas tudo isso passa

Anda
No caminho há as rosas
E elas também tem espinhos
E se as situações de momento
Ficaram confusas

Se as escolhas adiante
Te parecerem incertas
Pensa

Nas possíveis descobertas

Anda...
E não me faça chorar
Porque apesar das dúvidas

Por vezes achamos
Algumas certezas

Anda
Porque nesse vasto mundo
somos anjos e demônios
Andarilhos do tempo

E não existe quem nos salve
De sermos nós mesmos


Anda
O amor está cansado de esperar
Então espante essa tristeza
E toca a vida que te restar
Por viver.
Guerreira Xue






ABRA OS OLHOS


Adeus minha ilusão
Andei um tempo contigo
Enchia-me de fantasias
Trazias luz a minha escuridão
Foste tu, o meu abrigo

E eu boba, sorria dormindo
Escrevia inspirada
Acordava esperançosa
E ainda sonhava acordada

Andava ao sabor do vento
Imaginando ser amada
De tanta leveza, eu flutuava
Era mesmo enfeitiçada

Agora o relógio grita
Está na hora de acordar
E a realidade chega e agita
Levanto relutante ...
Pena, medo, e covardia
Era tão bom voltar a sonhar.


Guerreira Xue


segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

El Ogro y la Tejedora- extracto del libro

DEDICATORIA

Para mis hijos Claudio y Caren, Irenita y Gustavo que tanto me inspiraron a lo largo de la vida; para mi nieto Fabio, que aunque lejos siempre está cerca; para Antonio, y para estos pequeños jóvenes que a veces no invita a por muchosmundos.



... Confusa con tantas revelaciones, Djanira pregunta:
_ ¿Y su hijo?, ¿Qué aconteció con él?
El herrero Serafín interviene…
_ Mi hijo se fue hace mucho años, aprendió todo conmigo, trabajó durante un tiempo prestando servicios solamente para los que viven en el castillo, pero le pareció mejor cambiarse para otro reino, pensaba que debería buscar otras tierras; conocer otros lugares…
_ ¡Mentira! Dice la mujer.
_ èl fue hechizado por la bruja de la consejera.
_ ¡Cuidado con ella chica!, pues las serpientes te persiguen desde pequeña.
Nadie dijo más nada, porque el herrero la entregaba la olla arreglada. Aquella conversa ya llegaba al fin.
_ ¿Cómo es posible haber cosas sobre nosotros y nos sabemos? Hablaba para sí misma Djanira.
Aquel día ella se sentó extraña. Había tenido lazos fuertes con esta familia. Vivan tan cerca y sin embargo, hasta ahora no los conocía.
_ ¿qué fin levó el tal de Ali?
Como la vida es graciosa, mismo cuando pensamos no haber más solución. Hay días que nos falta el aliento, pues todo que parecía normal ahora ver como todo esta desubicado.
Djanira ni dormía más de tanto que pensaba.
Guerreira xue
El Ogro y la Tejedora/ ebook versión Kindle
Edicción Espanól y la traducción Josy Holanda Paez
https://www.amazon.es/dp/B01M9F5YHD