domingo, 8 de setembro de 2013

Segregados

Em algum lugar do passado
Um vasto caminho de mortos
Eles fizeram atras de si
Era pela causa da terra e do mar
Umas gentes abastadas que na ansia
da terra prometida conquistar
Ungidos por um Deus de guerra
Eles, os descendentes de Adão
Que preferiam à todos dizimar
para não dividir o pão

Mas os outros eram muitos
E andavam por todo planeta
E ainda hoje, eles são tantos
E como disse o profeta
Multiplicando-se por todo os lados
São todas as cores, todas as raças
E todos os tipos de segregados

Por vezes no meio da multidão
Uma voz levanta-se
Uma bandeira é hasteada
 E entoam entao aquela Canção
Uma ode à Liberdade
E o som daquela música espalha-se
Pedindo pela Justiça e igualdade
Canto que segue o caminho dos antepassados ​​
E assombra o verdugo
Pelos quatro cantos da cidade

E mesmo agora, depois de tanto tempo passado
Espreitam pelos vales e montes
Ainda são muitos os renegados
estao todos lá, nas ruas, nos campos e pontes
Vivemos com porões, calabouços e prisões
 lotadas de inocentes
E com cidades de usurpadores e culpados
cheios de liberdade
E quem sabe um dia ainda tenha Deus
ou um qualquer que tome conta
De todos estes desgraçados
Guerreira Xue
 
                                                       Imagem Net